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O que dizem os números sobre Barack Obama

Os números parecem ser muito importantes. A matemática, de acordo com o físico, astrônomo e filósofo italiano Galileu Galilei (1564-1642)  seria “o alfabeto com o qual Deus escreveu o universo”. Para o filósofo grego Pitágoras (570 a.C.– 497 a.C.), o número seria sinônimo de harmonia e essência das coisas. No mundo moderno, números configurados em um código binário (zero e um) são fundamentais em nossa vida, já que compõem a estrutura lógica do mais extraordinário bem de consumo da atualidade, o computador.

A Numerologia estuda justamente esses números tão poderosos e sua influência em nosso jeito de ser. Faz isso descobrindo, basicamente, as vibrações numéricas correspondentes ao nosso nome original (com que fomos registrados), à nossa data de nascimento e, eventualmente, se for relevante em nosso histórico de vida, ao nome com que somos mais conhecidos ou que usamos como assinatura profissional. Essa é a avaliação básica da Numerologia, mas que já oferece um quadro geral muito interessante para análise.

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Sob esse prisma, vamos conhecer um pouco mais sobre Barack Obama, e ter uma ideia do que podemos esperar dele. Será que a palavra hope (esperança), transformada em ícone de sua campanha à presidência dos EUA, é de fato um bom augúrio? Que nos respondam os números:

Barack – que significa “o abençoado” em árabe – Hussein Obama Jr., o 44° presidente dos Estados Unidos, nasceu em 4 de agosto de 1961, sob a vibração do complexo, fascinante e instigante número 11, resultado obtido tanto pela soma dos valores numéricos das letras que compõem seu nome de batismo, como pela soma dos números de sua data de nascimento.

Sabe-se que os que recebem a influência do 11 tendem a estar sempre à frente, buscando antecipar as tendências do futuro. Essa vibração remete à modernidade, à originalidade e ao exotismo. Da mesma forma que corresponde a grande inspiração, a forte intuição e a idealismo. É um número associado à Nova Era, a Urano e a Aquário. Por isso, reconhecidamente evolutivo e progressista, destinado a estimular, naqueles sob sua proteção, o potencial para exercer grande influência no ambiente.

O fascinante histórico de vida de Obama parece referendar o que a vibração do 11 augurava em seu nome de nascimento, em especial as características relacionadas ao exotismo, marcante em sua infância; à inspiração e ao idealismo, que orientaram suas escolhas vocacionais, voltadas basicamente para o social e para a política.

Barack Obama nasceu em Honolulu, Havaí (EUA), de pai negro queniano (filho de um pastor de cabras) e de mãe branca norte-americana (nascida no Kansas e filha de um veterano da 2ª Guerra Mundial), que se conheceram quando frequentavam a universidade do Havaí. O casal se separou quando Obama tinha dois anos de idade. O pai retornou ao Quênia, tornando-se um economista de renome em seu país de origem (veio a falecer em 1982, vítima de acidente automobilístico). A mãe casou-se de novo e mudou-se com o filho para a casa do segundo marido, na Indonésia.Com 10 anos, Obama voltou ao Havaí, sendo criado por seus avós até que sua mãe retornasse aos EUA depois de mais um divórcio.

Em 1996 teria início sua carreira pública, com a conquista de uma cadeira no Senado estadual do Illinois, usando o nome com que efetivamente se tornou conhecido, Barack Obama, cuja soma (das letras que formam o nome) resulta em 5.  O 11 naturalmente não foi esquecido, apenas passou a ser seu background, sua base, especialmente porque também é o resultado da soma de sua data de nascimento e, nesse sentido, equivale à sua missão de vida. A vibração do 5, no entanto, passou a predominar, levando-o em sua escalada política.

Parece fazer sentido a influência deste número, porque, entre outras características, a vibração do 5 costuma trazer um grande sentido de liberdade,  de independência e até mesmo de rebeldia em quem está sob sua influência. Estimula a curiosidade, o gosto pela aventura e uma visão de mundo voltada para o progresso. Por outro lado, a percepção sensorial, característica dessa vibração, costuma trazer muita sensualidade e grande poder de sedução. Mente rápida, criatividade e versatilidade parecem ser, igualmente, diferenciais nas personalidades associadas ao 5, assim como a tendência para a falta de disciplina e o apreço por novas experiências.

Já a origem  32, do 5 de Barack Obama, estimula a facilidade para a comunicação, o poder de persuasão e a ambição por posições de liderança. O 3 e o 2 formam uma combinação harmoniosa, que costuma trazer simpatia, flexibilidade e generosidade àqueles sob sua influência, além de favorecer o amadurecimento e a elevação de propósitos. Contudo, pode provocar igualmente certa tendência à manipulação.

Obama venceu a eleição presidencial em  4 de novembro de 2008, aos 47 anos. Ao todo, sua campanha levantou US$ 650 milhões, contando as primárias e a disputa presidencial. Só em setembro de 2008 foram US$ 150 milhões. Doadores individuais responsabilizaram-se por 91% dos recursos. Boa parte das verbas de campanha de Barack Obama foi conseguida por meio da ajuda de celebridades, como Steven Spielberg e Oprah Winfrey, que promoveram eventos com ingressos vendidos a US$ 2.300 por pessoa (isso é o máximo, por lei, que um indivíduo pode doar para uma campanha eleitoral nos EUA).

O que esperar de Obama? Tendo a vibração do 11 a apoiá-lo e a do 5 a gerar estímulo para o seu cotidiano, podemos aguardar muita ousadia em sua atuação, além de entusiasmo e iniciativa para buscar as soluções mais criativas para cada tipo de problema, visando o benefício social. Uma combinação promissora, revelada pelos números, que ele pode usar ou não, dependendo de seu livre arbítrio. Se usada, atendendo à responsabilidade que lhe foi outorgada, com certeza referendará a palavra  esperança, associada ao seu nome.

Curiosidade – Barack Obama também tem blog: http://my.barackobama.com/page/content/hqblog

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A arte de viver, segundo Anselm Grün

Alguns pensadores do mundo contemporâneo são, para mim, filósofos da Nova Era. Seu pensar pode ter como fundamentação um viver religioso, como é o caso de Anselm Grün, 64 anos, doutor em Teologia e administrador da abadia beneditina de Münsterschwarzach, Alemanha. Ou não.

As origens desses novos pensadores são muito diversas, mas têm, como ponto comum – e aí vinculam-se aos primeiros filósofos de que temos notícia, os gregos da Antiguidade – a perspectiva “panorâmica” na forma de refletir sobre a vida.

Assim como os gregos antigos, os filósofos da Nova Era incluem em suas reflexões o concreto (a matéria, o que se pode medir, pesar etc.) e o abstrato (a energia, o espiritual, o que não se pode ver, mas sim sentir, intuir etc.).

Todos eles, filósofos da Nova Era, buscam mostrar o caminho do autoconhecimento e como, por meio dele, podemos viver melhor, ser mais felizes e, assim, contribuir de forma positiva para o mundo.

Olivrodaartedeviver150O Livro da Arte de Viver, de Anselm Grün, publicado pela Editora Vozes, é uma conversa, essencialmente carinhosa, feita de muitos temas e de pequenos tópicos, quase crônicas. Grün comenta sobre a felicidade e a importância de sermos o que de fato somos; sobre a busca da profundidade em todos os relacionamentos e a confiança no amor; sobre transformação, anseios e o viver – “viva em vez de ser vivido”, alerta. Também recomenda: “Aceite-se. Seja bom para você mesmo.”

Veja um trecho:

“O cerne da felicidade

Na minha juventude procurei imitar pessoas célebres. Queria ser tão erudito e tão perspicaz como o grande teólogo Karl Rahner e meu sonho era cantar tão bem como o brilhante tenor Fritz Wunderlich.

(…)

Hoje agradeço pelo que sou. Ainda me vêm à cabeça pensamentos como: ‘Gostaria de saber formular as questões tão bem quanto o fez Santo Agostinho’. Ou: ‘Oxalá eu conseguisse nas conversas manifestar meu pensamento com a mesma clareza que meu supervisor’. Quando percebo isto, procuro ficar comigo e dizer a mim mesmo: ‘Eu sou eu. E está bom assim como sou. Faço aquilo que estiver ao meu alcance’.

Quando consigo ficar totalmente em sintonia comigo mesmo e aceitar agradecido as capacidades que Deus me concedeu, mas ser grato também pelos limites que experimento, então pressinto de certa forma o que é a verdadeira felicidade. E mais: posso dizer a meu respeito que sou feliz. Está bom assim como está.

Sento-me despreocupadamente, respiro cadenciadamente e tenho prazer em sentir a vida, em perceber minha unicidade. Degusto a vida, saboreio a felicidade. Não preciso mudar nada com violência ou teimosia, não preciso trabalhar sempre duro em mim mesmo. Sou aquele que sou, incondicionalmente confirmado por Deus que me criou, formou e resguardou em seu amor. Então trago a paz em mim. Então tudo está bem.”

Anselm Grün

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