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Mensagem - Frase positiva 2 - 19.6.2017

 

Mensagem - Frase positiva 1 - 19.6.2017

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Nada há a temer senão o temor

Publicado pela Editora Pensamento, o livro “14 Lições de Filosofia Yogue” traz esclarecimentos do mestre yogue Ramacharaca sobre o milenar conhecimento espiritual do Oriente.

A origem do livro é bem curiosa, já que se trata da compilação de aulas dadas pelo mestre yogue, por correspondência e em inglês, durante o ano de 1904. A primeira versão em português foi publicada em 1910.

Além de sabedoria, Ramacharaca – um dos pseudônimos do estudioso norte-americano William Walker Atkinson (1862 -1932) – esbanja doçura e compreensão por seus leitores ou, melhor, “aprendizes”. “O mestre oriental sabe que muitos dos seus ensinamentos são apenas a semeadura”, esclarece na primeira lição do livro, “e que, para cada ideia que o estudante assimile no começo, haverá um cento que virá ao campo do conhecimento consciente somente depois de um certo lapso.”

Espiritualidade2

Ele pede confiança, mas nunca crença cega: “Este é o caminho”, continua a explicar ainda no primeiro capítulo, “então, nele e na vereda encontrarás as coisas das quais te tenho falado; apalpa-as, pesa-as, mede-as, examina-as e reconhece-as por ti mesmo. Quando chegares a certo ponto do caminho, saberás tanto a seu respeito como eu ou qualquer outra alma nessa mesma etapa da jornada (…). Não aceites nada como definitivo, enquanto não o houverdes comprovado; porém, se és prudente, aproveitarás o conselho e a experiência daqueles que foram primeiro.”

Entre as “14 lições”, o leitor encontrará ensinamentos interessantes sobre princípios mentais e espirituais; aura e magnetismo; dinâmica do pensamento; influência psíquica; mundo astral; causa e efeito;  evolução espiritual…

Veja, a seguir, um trecho da nona lição, denominada “Influência Psíquica”, que explica como o mantra EU SOU pode nos ajudar a desenvolver a confiança em nosso próprio poder:

Espiritualidade

“A atitude mental expressa pela afirmação EU SOU vos rodeará como uma aura mental, que atuará como um escudo protetor até o tempo em que tenhais adquirido completamente a consciência mais elevada, a qual traz consigo uma sensação de confiança própria, segurança e força.

Desse ponto em diante, vos conscientizareis gradualmente de que, quando dizeis EU, não falais somente da entidade individual, com toda a sua força e poder, mas do espírito que o EU tem atrás de si, unido a um inesgotável depósito de força, que pode ser utilizado sempre que necessário.

Tal pessoa jamais pode experimentar o temor porque se elevou acima dele. O temor é a manifestação da fraqueza e, por tanto tempo quanto o alimentemos, considerando-o um amigo íntimo, estaremos abertos e indefesos às influências dos outros.

Mas, lançando para um lado o temor, nos elevamos alguns passos na escala e nos pomos em contato com o forte, intrépido e valoroso pensamento do mundo, deixando atrás de nós a antiga debilidade e aflições da vida.

Quando o homem aprende que nada realmente pode prejudicá-lo, o temor parece-lhe uma estupidez. Quando o homem acorda à compreensão de sua natureza e destino, sabe que nada pode prejudicá-lo e, consequentemente, o temor é abandonado.

Foi bem dito: “Nada há a temer senão o temor”.

A abolição do temor põe nas mãos do homem uma arma de defesa e poder que o torna quase invencível.

Por que não aceitais esse dom, que livremente vos é oferecido?

Que o vosso lema seja:  EU SOU.  SOU LIVRE E NADA TEMO.”

Yogue Ramacharaca

 

 

Algo só é impossível até que alguém duvida e…

De acordo com Einstein, “algo só é impossível até que alguém duvida e acaba provando o contrário”. A história de Thomas Edison, um gênio tão criativo, determinado e autoconfiante quanto Einstein, ilustra bem esse pensamento. Veja, a seguir:

 

ThomasEdisonOKThomas Alva Edison, o famoso inventor da lâmpada elétrica, do fonógrafo, do projetor de cinema… não foi um homem que se contentasse com pouca coisa. Em 1876, com 29 anos de idade, criou o laboratório de Menlo Park, em Nova Jérsei, o primeiro nos Estados Unidos destinado à pesquisa industrial. Disse, então, que desejaria inventar uma novidade a cada dez dias. Não ficou muito longe de sua meta. Quando morreu, em 1931, com 84 anos, havia patenteado cerca de 1.300 invenções, avaliadas em 25 bilhões de dólares, recorde do qual nem sequer se aproximou qualquer outro inventor.

Ninguém diria, no entanto, que aquele rapaz pobre, sem estudos ou amigos influentes, nascido em Milan, Ohio, no ano de 1847, alcançaria fama e fortuna baseado apenas em seu próprio esforço, inteligência e engenhosidade.

Chamado de “retardado” por seu professor da escola primária por ter um jeito diferente de se interessar por tudo e de fazer perguntas, acabou estudando com a mãe, em casa. Começou a trabalhar como jornaleiro em um trem, que ligava Port Huron a Detroit, com 12 anos de idade. Aos 15, atuava como telegrafista e, com 21, fazia sua primeira invenção – um dispositivo de registro mecânico dos votos. Logo a seguir, construiu um indicador automático de cotações e o ofereceu ao presidente de uma importante firma de Wall Steet. Queria 5 mil dólares pelo invento, mas não teve coragem de pedir. Deixou por conta do cliente, o que foi muito melhor, pois recebeu 40 mil dólares.

Edison não foi um cientista, no sentido estrito da palavra. Mas soube, com muita criatividade, tirar proveito prático e útil dos avanços científicos, propiciando às pessoas uma vida melhor.

Curiosidade: Conta a lenda que Thomas Edison, ao enfrentar o desafio de obter luz por meio da energia elétrica, fez algo em torno de três mil testes para chegar aos componentes da lâmpada ideal. Os integrantes de sua equipe,  por volta do teste de número 2.500, já estavam desanimados. “Nunca conseguiremos”, reclamavam. Para Edison, no entanto, essa frase desesperançada não fazia o menor sentido. Ele preferia: “Agora sabemos 2.500 formas de não fazer a lâmpada elétrica. Estamos, portanto, muito mais próximos da solução”.

 

“O gênio trabalha com 1% de inspiração

e 99% de transpiração.”

Thomas Edison

 

Você confia em sua percepção?

Algumas pessoas acreditam que não têm o que dizer. Por isso, sentem-se intimidadas quando precisam se expressar, em especial por escrito.oqueescrever

Fica fácil observar que é impossível não ter o que dizer.

Ideias, opiniões, avaliações, análises, reflexões estão sempre se formando dentro de nós, a partir de nossa percepção racional e emocional sobre nós mesmos, sobre o ambiente à nossa volta e sobre as pessoas com as quais nos relacionamos e com as quais convivemos…

Ter o que dizer também é resultado do conhecimento que vamos adquirindo ao longo do tempo por intermédio da educação familiar, da formação escolar, da experiência profissional, da vivência, da curiosidade…

Todo esse conteúdo é ainda aprimorado e refinado por meio da consulta, da pesquisa, do estudo, da observação. Esse adicional de informações passa pelo crivo da reflexão pessoal, resultando em ter o que dizer sobre um assunto de nosso interesse em determinado momento.

nanquimSe todos temos o que dizer, por que, então, para alguns colocar suas ideias no papel, na tela do computador, vira uma barreira quase intransponível?

Arriscando um palpite, diria que algumas pessoas não se permitem dizer.

Permitir-se dizer equivale a se soltar e esse movimento de liberdade começa no fortalecimento da confiança em nossas ideias, opiniões, sentimentos e percepções.

Mas como confiar? Será que nossas percepções indicam a verdade?

Sim e não, pois a verdade é muito relativa.

O que é verdade para alguns, nem sempre é para outros. E  todos têm razão.

É aquela história: se todos gostassem do azul, o que seria do amarelo ou do verde ou ainda do vermelho?

Todos temos argumentos muito convincentes para defender o apreço por esta ou aquela cor. Mas não podemos dizer que o outro está errado (ou certo) por preferir uma cor diferente. É uma questão de percepção.

 

A verdade é o que faz sentido para nós naquele momento.

 

Confiar nisso é confiar na própria percepção – no que pensamos e no que sentimos.

E é com base nessa confiança que conseguimos nos expressar melhor e mais plenamente.

Exercite sua percepção. Escreva sua opinião sobre o pensamento a seguir e a compartilhe aqui, mandando seu comentário.

 

fundoceupequeno“Quem se senta no fundo do poço

para contemplar o céu,

há de achá-lo pequeno.”

Han-Yu

 

 

Não para o hífen

 

 

 

 

Não se usa hífen quando…

 

…O prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia a palavra seguinte:

 

 

 

 

escritor150* Coeditor procura escritor para livro em regime de coautoria.

 

* Depois que sua atitude foi considerada antiesportiva, só lhe restou fazer autoanálise, voltando à fase intrauterina.

 

* Na panela antiaderente, ele tentou “fritar” um eletroeletrônico. Extraoficialmente, dizem que a mãe, supraexcitada com o ocorrido, teve multiovulação naquele mês inesquecível.

 

…O prefixo termina em vogal e a palavra seguinte se inicia por consoante que não r ou s:

* No anteprojeto, que muitos consideraram antediluviano, desenvolvido por aquele arquimilionário, cheio de autoconfiança, alguns especialistas observaram uma maxidesvalorização da crítica, associada à minivalorização da autocrítica, o que resultou, apesar de se tratar de proposta extracurricular, ou, talvez, por isso mesmo, em sucesso multimídia.

Cuidado com a “pegadinha”: Com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen, como em vice-rei, vice-almirante, vice-campeão, vice-líder, vice-primeiro-ministro etc.

 

…O prefixo termina em vogal e a palavra seguinte se inicia com r ou s. Nesse caso, duplicam-se as letras:

* Em microssegundos, ela vestiu a minissaia e saiu, lançando umsolua150 sorriso para o autorretrato exposto na antessala. Esquecera de passar o creme antirrugas, o que era um contrassenso em tempo assim extrasseco. Não faz mal, pensou, sorrindo de novo. Caminhava para um encontro ultrarromântico. Ela e ele queriam ver aquela minirretrospectiva sobre o cinema neorrealista. Seria ultrassofisticado, mas acabou se tornando ultrassecreto porque – que cinema que nada! – foram direto para o quarto de motel forrado com tecido semissintético em tons ultrarroxos e com cama, perfeitamente adequada para tanto amor, ultrarresistente.  

Cuidado com a “pegadinha”: Em prefixos terminados por r permanece o hífen quando a palavra seguinte for iniciada pela mesma letra, como em hiper-realista, hiper-requintado, inter-racial, inter-relação, inter-regional, super-realista, super-racional etc.

 

…O prefixo termina por consoante e a palavra seguinte se inicia por vogal. Exceção para os prefixos ex, pós, circum e pan.

* Em tempos de superaquecimento global, a hiperatividade do sol não pode ser subestimada. Melhor evitar a superexposição e, para participar daquele congresso interamericano, no Caribe, só mesmo com doses superabundantes de protetora loção.

 

 

 

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