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Dicas para escrever sua crônica – 2

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Sem Medo de Escrever, o livro

Olá, amigos! Acaba de chegar às bancas virtuais da Amazon o meu primeiro e-book Sem Medo de Escrever. A proposta do livro é ajudar o leitor a vencer com desenvoltura, segurança e criatividade os desafios profissionais, acadêmicos e pessoais da escrita. Afinal, quem não gostaria de escrever um artigo de opinião, um post para a internet ou mesmo um livro… sem medo algum?

Trata-se de uma orientação, passo a passo, sobre a arte e o ofício de escrever, baseada em minha experiência de mais de trinta anos com textos, seja trabalhando como jornalista, em comunicação empresarial, jornal impresso e portal de internet; seja como professora de redação, ajudando jovens e adultos a avançar no aprimoramento da escrita.

Sem Medo de Escrever (capa) jpeg

Se escrever bem é o seu desafio,

conte com o livro Sem Medo de Escrever como o seu melhor aliado!

Disponível para venda na Amazon:  http://bit.ly/anasetti


O perdão

Citação - Christophe André - O caminho da sabedoria - Perdão

Christophe André, psiquiatra e pioneiro na introdução da meditação na psicoterapia, participa, juntamente com o filósofo Alexandre Jollien e o monge budista Matthieu Ricard, da conversa que deu origem ao livro O caminho da sabedoria. Nele, de acordo com descrição do Le Point, os três amigos buscam “respostas verdadeiras para questões universais: como superar os obstáculos da vida, reconquistar a autoestima, libertar-se da culpa, ser mais livre…” Trata-se, conforme o Version Fémina, de uma “obra iluminadora, que faz bem”.

Dica de leitura

Livro O caminho da sabedoria: conversa entre um monge, um filósofo e um psiquiatra sobre a arte de viver / Editora Alaúde / 2016

A riqueza

 

Citação - George Orwell - A riqueza 2

Vale a pena ler 1984, de George Orwell porque:

“(…) superando todas as conjunturas históricas, e até mesmo a data futurista do título, há muito ultrapassada, 1984 é uma obra magistral que ainda se impõe como poderosa reflexão ficcional sobre a essência nefasta de qualquer forma de poder totalitário.”

(Trecho de comentário sobre a obra publicado na edição da Companhia das Letras, de 2009.)

“1984 é uma das obras mais influentes do século XX, um inquestionável clássico moderno. Publicado em 1949, quando o ano de 1984 pertencia a um futuro relativamente distante, tem como herói o angustiado Winston Smith, refém de um mundo feito de opressão absoluta. Em Oceânia, ter uma mente livre é considerado crime gravíssimo, pois o Grande Irmão (Big Brother), líder simbólico do Partido que controla tudo e todos, ‘está de olho em você’.”

“No íntimo, porém, Winston se rebela contra a sociedade totalitária na qual vive: em seu anseio por verdade e liberdade, ele arrisca a vida ao se envolver amorosamente com uma colega de trabalho, Júlia, e com uma organização revolucionária secreta.”

(Sinopse publicada na edição da Companhia das Letras, de 2009.)

A paz

Citação - Mark Twain - Ataque de riso

O escritor e humorista norte-americano Mark Twain (1835-1910) nasceu durante uma das passagens do Cometa Halley e morreu 74 anos depois, logo após o astro voltar a se aproximar da Terra.

Ele havia comentado, em 1909, que seria a maior decepção de sua vida se não fosse embora com o cometa, acrescentando: “O Todo-Poderoso disse, indubitavelmente: ‘cá estão esses dois inexplicáveis fenômenos; eles chegaram juntos, e devem partir juntos'”. De fato, Twain morreu em decorrência de um ataque cardíaco em 21 de abril de 1910, um dia após o Halley passar mais próximo da Terra.

Entre os seus livros, que se caracterizam pelo estilo popular, humor e pelas descrições históricas, destacam-se “Aventuras de Tom Sawyer” (1876); “O Príncipe e o Mendigo” (1880); “A Vida no Mississipi” (1883); “As Aventuras de Huckleberry Finn” (1885); “Um Ianque na Corte do Rei Artur” (1889) e “Joana D’Arc” (1896).

A saída

Citação Millôr Fernandes 2

Millôr Fernandes (1923-2012) atuou na imprensa, no teatro, na literatura e nas artes plásticas ao longo de quase sete décadas, tornando-se uma das mais conceituadas personalidades de seu tempo. Destacou-se em tudo o que fez. E fez muitas coisas.

Escreveu, traduziu e adaptou mais de uma centena de peças de teatro. Publicou mais de trinta livros. Alguns de seus trabalhos, como artista gráfico, chegaram a ser expostos no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Fez roteiros de filmes, programas de televisão, shows e musicais. Brilhou na imprensa, com seu humor gráfico e literário, tendo começado na revista “O Cruzeiro” e seguido por “O Correio Brasiliense”, “O Estado de São Paulo”, “O Diário Popular”, “O Pasquim”, “Isto É”, “Jornal do Brasil” e “Veja”, entre outros.

Millôr foi, sobretudo, um homem multimídia, antes mesmo de a palavra ser incorporada ao vocabulário contemporâneo. Com um humor inteligente e instigante, refletiu e fez refletir sobre os principais acontecimentos e comportamentos de seu tempo, enriquecendo e tornando mais crítica a visão de mundo dos brasileiros.

Livros de Millôr

Tempo e Contratempo, 1954 – Editora O Cruzeiro
Teatro de Millôr Fernandes, 1957 – Editora Civilização Brasileira
Um Elefante no Caos, 1962 – Editora de Autor, 1978 – L&PM Editores, 1998 – L&PM POCKET
Lições De Um Ignorante, 1963 – J. Álvaro Editora
Fábulas Fabulosas, 1963 – J. Álvaro Editora
Liberdade, Liberdade, 1965 – Teatro (com Flávio Rangel) – 1998, L&PM POCKET
Papáverum Millôr, 1967 – Editora Prelo, 1967 – Editora Prelo
Hai-Kais, 1968 – Editora Senzala, 1997 – L&PM POCKET
Computa, Computador, Computa, 1972 – Editorial Nórdica
Esta é a Verdadeira História do Paraíso, 1972 – Livraria Francisco Alves
Trinta Anos de Mim Mesmo, 1972 – Editorial Nórdica
O Livro Vermelho dos Pensamentos de Millôr, 1973 – L&PM Editores, 1998 – L&PM POCKET
Fábulas Fabulosas,1973
Papaverum Millôr
, 1974
Conpozissõis Imfãtis, 1975
Livro Branco de Humor, 1976
Devora-me ou te decifro, 1976 – L&PM Editores
Millôr No Pasquim, 1977
Reflexões Sem Dor, 1977 – Editora Edibolso S.A.
É…, 1977 – L&PM Editores
Que País é Este?, 1978
O Homem do Princípio ao Fim, 1978 – L&PM Editores, 2001 – L&PM POCKET
Novas Fábulas Fabulosas,1978
Todo Homem é Minha Caça,1981
Vidigal: memórias de um Sargento de Milícias, 1981 – L&PM Editores
Desenhos,1981 – Editora Raízes Artes Gráficas Ltda. (prefácio de Pietro Maria Bardi e apresentação de Antônio Houaiss)
Duas Tábuas e uma Paixão, 1982 – L&PM Editores
Poemas, 1984 – L& PM Editores, 2001 – L&PM POCKET
Diário da Nova República, 1985 – L&PM Editores
Diário da Nova República Vol. 2, 1988 – L&PM Editores
Diário da Nova República Vol. 3, 1988 – L&PM Editores
Millôr Definitivo – A Bíblia do Caos, 1994 – L&PM Editores, 2002 – L&PM POCKET
Tempo e Contratempo, 1998 – Editora Beça – Millôr revisita Vão Gôgo. O autor, em 1998, analisa o autor de 1954
Kaos
, 2008 – L&PM POCKET
Crítica da razão impura ou O primado da ignorância, 2002 – L&PM Editores
A entrevista: Millôr Fernandes fala à Revista Oitenta, 2011 – L&PM Editores

A diferença

Citação - Domenico de Masi

Nascido em 1º de fevereiro de 1938, Domenico de Masi é um sociólogo italiano, que atua como professor e escritor, entre muitas outras atividades.  Ficou mundialmente conhecido pela definição do conceito de “ócio criativo”, no qual trabalho, aprendizado e prazer se combinam para gerar desenvolvimento econômico com bem-estar para todos.

PARA CONHECER MAIS SUAS IDEIAS (LIVROS):

O Ócio Criativo (1997)

A Emoção e a Regra (1999)

O Futuro do Trabalho (2001)

O Futuro Chegou (2013)

2025 – Caminhos da Cultura no Brasil (2015)

Alfabeto da Sociedade Desorientada (2017) 

Nada há a temer senão o temor

Publicado pela Editora Pensamento, o livro “14 Lições de Filosofia Yogue” traz esclarecimentos do mestre yogue Ramacharaca sobre o milenar conhecimento espiritual do Oriente.

A origem do livro é bem curiosa, já que se trata da compilação de aulas dadas pelo mestre yogue, por correspondência e em inglês, durante o ano de 1904. A primeira versão em português foi publicada em 1910.

Além de sabedoria, Ramacharaca – um dos pseudônimos do estudioso norte-americano William Walker Atkinson (1862 -1932) – esbanja doçura e compreensão por seus leitores ou, melhor, “aprendizes”. “O mestre oriental sabe que muitos dos seus ensinamentos são apenas a semeadura”, esclarece na primeira lição do livro, “e que, para cada ideia que o estudante assimile no começo, haverá um cento que virá ao campo do conhecimento consciente somente depois de um certo lapso.”

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Ele pede confiança, mas nunca crença cega: “Este é o caminho”, continua a explicar ainda no primeiro capítulo, “então, nele e na vereda encontrarás as coisas das quais te tenho falado; apalpa-as, pesa-as, mede-as, examina-as e reconhece-as por ti mesmo. Quando chegares a certo ponto do caminho, saberás tanto a seu respeito como eu ou qualquer outra alma nessa mesma etapa da jornada (…). Não aceites nada como definitivo, enquanto não o houverdes comprovado; porém, se és prudente, aproveitarás o conselho e a experiência daqueles que foram primeiro.”

Entre as “14 lições”, o leitor encontrará ensinamentos interessantes sobre princípios mentais e espirituais; aura e magnetismo; dinâmica do pensamento; influência psíquica; mundo astral; causa e efeito;  evolução espiritual…

Veja, a seguir, um trecho da nona lição, denominada “Influência Psíquica”, que explica como o mantra EU SOU pode nos ajudar a desenvolver a confiança em nosso próprio poder:

Espiritualidade

“A atitude mental expressa pela afirmação EU SOU vos rodeará como uma aura mental, que atuará como um escudo protetor até o tempo em que tenhais adquirido completamente a consciência mais elevada, a qual traz consigo uma sensação de confiança própria, segurança e força.

Desse ponto em diante, vos conscientizareis gradualmente de que, quando dizeis EU, não falais somente da entidade individual, com toda a sua força e poder, mas do espírito que o EU tem atrás de si, unido a um inesgotável depósito de força, que pode ser utilizado sempre que necessário.

Tal pessoa jamais pode experimentar o temor porque se elevou acima dele. O temor é a manifestação da fraqueza e, por tanto tempo quanto o alimentemos, considerando-o um amigo íntimo, estaremos abertos e indefesos às influências dos outros.

Mas, lançando para um lado o temor, nos elevamos alguns passos na escala e nos pomos em contato com o forte, intrépido e valoroso pensamento do mundo, deixando atrás de nós a antiga debilidade e aflições da vida.

Quando o homem aprende que nada realmente pode prejudicá-lo, o temor parece-lhe uma estupidez. Quando o homem acorda à compreensão de sua natureza e destino, sabe que nada pode prejudicá-lo e, consequentemente, o temor é abandonado.

Foi bem dito: “Nada há a temer senão o temor”.

A abolição do temor põe nas mãos do homem uma arma de defesa e poder que o torna quase invencível.

Por que não aceitais esse dom, que livremente vos é oferecido?

Que o vosso lema seja:  EU SOU.  SOU LIVRE E NADA TEMO.”

Yogue Ramacharaca

 

 

A arte de viver, segundo Anselm Grün

Alguns pensadores do mundo contemporâneo são, para mim, filósofos da Nova Era. Seu pensar pode ter como fundamentação um viver religioso, como é o caso de Anselm Grün, 64 anos, doutor em Teologia e administrador da abadia beneditina de Münsterschwarzach, Alemanha. Ou não.

As origens desses novos pensadores são muito diversas, mas têm, como ponto comum – e aí vinculam-se aos primeiros filósofos de que temos notícia, os gregos da Antiguidade – a perspectiva “panorâmica” na forma de refletir sobre a vida.

Assim como os gregos antigos, os filósofos da Nova Era incluem em suas reflexões o concreto (a matéria, o que se pode medir, pesar etc.) e o abstrato (a energia, o espiritual, o que não se pode ver, mas sim sentir, intuir etc.).

Todos eles, filósofos da Nova Era, buscam mostrar o caminho do autoconhecimento e como, por meio dele, podemos viver melhor, ser mais felizes e, assim, contribuir de forma positiva para o mundo.

Olivrodaartedeviver150O Livro da Arte de Viver, de Anselm Grün, publicado pela Editora Vozes, é uma conversa, essencialmente carinhosa, feita de muitos temas e de pequenos tópicos, quase crônicas. Grün comenta sobre a felicidade e a importância de sermos o que de fato somos; sobre a busca da profundidade em todos os relacionamentos e a confiança no amor; sobre transformação, anseios e o viver – “viva em vez de ser vivido”, alerta. Também recomenda: “Aceite-se. Seja bom para você mesmo.”

Veja um trecho:

“O cerne da felicidade

Na minha juventude procurei imitar pessoas célebres. Queria ser tão erudito e tão perspicaz como o grande teólogo Karl Rahner e meu sonho era cantar tão bem como o brilhante tenor Fritz Wunderlich.

(…)

Hoje agradeço pelo que sou. Ainda me vêm à cabeça pensamentos como: ‘Gostaria de saber formular as questões tão bem quanto o fez Santo Agostinho’. Ou: ‘Oxalá eu conseguisse nas conversas manifestar meu pensamento com a mesma clareza que meu supervisor’. Quando percebo isto, procuro ficar comigo e dizer a mim mesmo: ‘Eu sou eu. E está bom assim como sou. Faço aquilo que estiver ao meu alcance’.

Quando consigo ficar totalmente em sintonia comigo mesmo e aceitar agradecido as capacidades que Deus me concedeu, mas ser grato também pelos limites que experimento, então pressinto de certa forma o que é a verdadeira felicidade. E mais: posso dizer a meu respeito que sou feliz. Está bom assim como está.

Sento-me despreocupadamente, respiro cadenciadamente e tenho prazer em sentir a vida, em perceber minha unicidade. Degusto a vida, saboreio a felicidade. Não preciso mudar nada com violência ou teimosia, não preciso trabalhar sempre duro em mim mesmo. Sou aquele que sou, incondicionalmente confirmado por Deus que me criou, formou e resguardou em seu amor. Então trago a paz em mim. Então tudo está bem.”

Anselm Grün

Não deixe de ver: Redação em quatro etapas, uma miniaula para você!

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Informática para a terceira idade

O avanço tecnológico vem acontecendo muito rápido. Por isso,  a geração mais velha às vezes se sente um pouco intimidada diante de um computador e das muitas maravilhas possibilitadas pela internet. Agora, no entanto, isso não é mais problema,  basta fazer um curso personalizado de informática (aulas particulares) com a Professora Berenice. Clique aqui para saber mais.

Ler e gostar, é só começar!

Quando lemos, por mais estranha que pareça esta afirmação, a conversa flui. O papo ocorre com a gente mesmo, com o autor, com os personagens, num agradável livre pensar. Isso é natural, pois refletimos sobre o que estamos lendo. Concordamos ou discordamos dos pontos de vista apresentados. Sentimo-nos estimulados a encontrar argumentos para reforçar ou refutar as ideias defendidas pelo escritor. Comparamos, mentalmente, a teoria descrita no livro com a prática que conhecemos.

Mas essa conversa pode se transformar numa viagem quando soltamos as rédeas da imaginação. Como portas que se abrem para o desconhecido, os livros nos levam a lugares diferentes, nos apresentam a pessoas interessantes, nos mostram outros costumes, outros modos de pensar…

Além disso, a leitura mexe com as nossas emoções. Rimos ou choramos com as alegrias e tristezas experimentadas pelos personagens. Desabafamos ou nos consolamos quando vemos situações, parecidas com aquelas que já vivemos, retratadas de forma dramática ou cômica, romanceada, enfim, nas páginas de um livro.

A leitura ainda nos proporciona muito assunto para conversa, nos ensina palavras novas e nos mostra como escrever de forma correta. Ao se tornar um hábito prazeroso, coopera para que ampliemos e aprofundemos nossa visão de mundo, estimulando nosso contínuo aprimoramento.

 

Escritorjovem300O gostar de escrever

está diretamente associado

ao gostar de ler.

 

Olhe à sua volta, pergunte. Quem gosta de escrever (e escreve com certa desenvoltura) é, em geral, alguém que aprecia a leitura, que transformou a leitura em hábito prazeroso.

 

Para gostar de ler…

Comece pela escolha do assunto e não decida porque é preciso (obrigação – profissional ou acadêmica – não vale para estimular o prazer de ler). De qual assunto você gosta? Esporte, televisão, teatro, cinema, pesca, navegação, psicologia, história, física, música, viagens, pessoas famosas, autoajuda, paixões, mitologia, esoterismo etc. Essa é, literalmente, uma lista sem fim, mas com um fim subentendido, o de estimular a sua definição… Descobriu o que atiça sua curiosidade?

Então, o próximo passo é ir até uma livraria (ou a uma biblioteca, ou a um sebo…) e se surpreender com a variedade de livros – de ficção e não ficção – existentes sobre o assunto de seu interesse. Para decidir (por qual começar a ler), observe o tamanho do livro (um muito volumoso pode ser desestimulante no início); leia o resumo da obra (linhas gerais da proposta do autor), que, em geral, vem na contracapa e nas “orelhas” (abas da capa e contracapa) do livro; dê ainda uma espiada no primeiro capítulo do livro, para saber se o estilo (o jeito de escrever) do autor agrada você.

 

 

 

 

 

A partir daí, é só ler e… aproveitar!

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