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A criatividade e o ego

Criatividade OK

Conheci a freira budista Jeong Kwang assistindo à série da Netflix, Chef’s Table, que traz as histórias dos mais renomados chefs de cuisine de todo o mundo. Fiquei curiosa: por que uma praticante do budismo, vivendo em um monastério na Coreia do Sul, teria sido incluída em um grupo de realidade tão diferente da sua?

Fiquei sabendo, então, no desenrolar do episódio, que o reconhecimento de sua gastronomia, que ela denomina “comida de templo”, se deve ao chef francês Eric Ripert, dono do famoso restaurante Le Bernadin, de Nova York. Ele a levou aos Estados Unidos, em 2017, para apresentar a um grupo seleto de formadores de opinião seu jeito monástico de preparar os alimentos. Quem teve a oportunidade de viver essa experiência garante que foi tocado de forma indelével pela simplicidade, criatividade e espiritualidade de Kwang.

Mas a história contada no episódio vai além dessa simples curiosidade. Enquanto prepara pratos vegetarianos no mosteiro onde vive, tendo ao redor um cenário exuberante, a chef budista vai narrando para os espectadores a busca de liberdade pessoal que a levou a trilhar um caminho de vida muito particular, no qual a natureza, o alimento, o fazer e o compartilhar a comida acabaram por se tornar sua prática espiritual. “Faço comida como uma meditação”, diz Kwang.

Não perca!

Chef’s Table / Netflix

Temporada 3 / Episódio 1 – Jeong Kwang

 

 

 

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Sem medo de escrever 3

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Ana Setti Rosa

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Conheça um pouco mais sobre mim:

Perfil profissional

Portfolio

Conheça um pouco mais sobre o desafio da escrita:

Medo de escrever… Quem não tem?

Conheça um pouco mais sobre o processo da escrita:

Redação em quatro etapas

Conheça um pouco mais sobre meu jeito de ensinar:

A arte de virgular

 

Paradoxos do viver

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O medo é nosso pior conselheiro e também é aquele que mais consultamos.

Erro mais quando não faço nada, por medo de errar.

Todos temos uma fera e um anjo dentro de nós. É sensato manter a fera sob controle; mas é preciso, para aguentar o tranco, dar ao anjo pés de barro.

Fractais - árvore folhas verdesFractais - Árvore - Azul e DouradoFractais 5

Sobre coaching 2

Como o tema causa muito interesse, em especial no meio empresarial, compartilho outro artigo da minha aluna e profissional de coaching, Maria Cristina Costa Consalter, desta vez sobre coaching executivo. Muito bom e esclarecedor, como sempre. Boa leitura!

O coaching executivo

Executivo bem preparado é como um maestro exigente. Mantém a equipe em harmonia. O cliente agradece

Executivo bem preparado é como um maestro exigente: mantém a equipe sempre em harmonia. O cliente agradece

A cada momento o mercado inova em produtos e serviços para atrair e encantar consumidores ávidos por “high tech”. Muitas organizações buscam se manter vivas e competitivas e, com essa finalidade, investem continuamente no desenvolvimento de novas práticas de liderança com seus executivos, visando proporcionar maior competitividade e valor à marca.

O mercado tem oferecido diferentes tipos de treinamento de desenvolvimento de líderes, com objetivos específicos, adequados às necessidades dos clientes. Um deles é sensibilizar e instrumentar gestores na tomada de decisão de qualidade e na definição de procedimentos mais refinados em situações inusitadas e adversas do cotidiano da liderança.

O coaching, quando conduzido de forma ética e profissional, tem se mostrado um investimento de valor inestimável, com o propósito de alinhamento das necessidades das empresas e dos seus gestores.

O que é o coaching executivo ou de liderança?

É um processo de desenvolvimento de competências comportamentais de liderança, focado em metas e ações planejadas pelo coachee (cliente), a fim de treinar novas habilidades que produzam impacto positivo em seus resultados.

O coaching promove o ajuste da realidade atual do coachee ao de suas possibilidades futuras, na carreira de executivo, empoderando-o e apoiando-o a obter alta performance nas suas atividades.

Quais são as etapas do processo do coaching?

* Investigação, reflexão e conscientização sobre o impacto das atitudes do coachee no estilo de liderança adotado;
* Descoberta pessoal de seus pontos fortes e frágeis;
* Ampliação da percepção de si mesmo;
* Aumento da capacidade de se responsabilizar pela própria vida, assumindo uma posição de corresponsabilidade perante os eventos;
* Estrutura e foco;
Feedback realista do coach para o coachee;
*Apoio.
De acordo com pesquisa realizada por David Peterson – Management coaching at work –, os executivos avaliam como pontos mais importantes no relacionamento entre coach e coachee:
* Conversa focada, construtiva e sem julgamentos;
* Relacionamento de confiança e apoio (aliança bem construída);
Feedbacks claros sobre o processo de construção de novas habilidades.
O coaching tende a ser bem-sucedido, quando o coachee se motiva a realizar as tarefas (planos de ação), exercita e fortalece a meta de competência e se desafia a criar novos hábitos e postura de liderança.

A parceria entre coach e coachee funciona como um verdadeiro farol que ilumina o caminho para o aprendizado mútuo e o sucesso do trabalho. Como coach, tenho aprendido uma grande lição de vida: “Clarear o caminho do outro, para que possa fazer uma passagem mais confiável e segura”. E, dessa forma, também me ilumino na travessia…

 

Artigo de Maria Cristina Costa Consalter, certificada em Coaching, em 2013, pelo ICI.

Referência: Curso de formação e certificação em Coaching Integrado – ICI Integrated Coaching Institute.

 

Sobre coaching

Tenho o prazer de compartilhar com vocês o artigo da excelente profissional, e aluna do meu curso de redação, Maria Cristina Costa Consalter. O assunto não poderia ser mais atual e de grande interesse para todos que desejam o constante aprimoramento de suas carreiras. 

Coaching de carreira

As carreiras profissionais têm sofrido grande impacto e intensas mudanças nas últimas décadas. Balassiano e Afonso da Costa, na obra “Gestão de carreiras- dilemas e perspectivas”, afirmam que: “As carreiras no mundo contemporâneo tendem a ser associadas à trajetória profissional de cada indivíduo, independentemente da área de formação ou da organização em que essa trajetória se desenvolve”.

A perspectiva de longevidade na profissão e o “casamento” sólido com a empresa cederam lugar a um cenário mais complexo: o surgimento de diferentes perspectivas no mercado de trabalho, no qual é possível criar novas formas de atuação profissional.  A partir disso, ampliou-se o leque de opções de carreira.

Nesse contexto, reduz-se o grau de dependência pelo emprego formal e muitas pessoas, em diferentes fases de maturidade profissional, ou mesmo na fase de pré-aposentadoria, buscam apoio do coaching de carreira com o propósito de escolher uma nova profissão, apoiando-se, em geral, nos seguintes motivos: insatisfação atual com o trabalho ou a empresa; dúvidas relacionadas ao futuro profissional; busca de recolocação no mercado, após um período sabático, e o fechamento de um ciclo profissional.  Elas desejam um novo trabalho, que lhes possibilite ancorar a carreira em consonância com seus valores pessoais, talentos e atual momento de vida.

Geração - Trad - BB - X - Y - 190

O trabalho ocupa uma função preciosa na vida das pessoas, uma vez que proporciona desenvolvimento, aprendizagem e sociabilidade. Compreender qual é a missão de cada um possibilita o refinamento de sua escolha ocupacional.

Como funciona o coaching de carreira? Esse processo consiste em investigar, conscientizar, esclarecer e construir direções seguras e alinhadas com os valores e propósitos do cliente, tendo como foco a realização de seus objetivos profissionais.

Ao término do coaching, espera-se que o coachee tenha construído um novo mapa de orientação em relação aos seus sonhos de carreira e talentos, balanço de realizações e decisão sobre nova trajetória profissional. Dessa forma, é possível resgatar potência e valor à vida profissional.

Maria Cristina Costa Consalter é formada em Coaching pelo ICI – Integrated Coaching Institute, de São Paulo.

Como chegamos aqui…

Anos 70. Estávamos nós confortavelmente instalados em nossos escritórios, batucando em nossas possantes máquinas de escrever, quando começamos a perceber um movimento diferente à nossa volta. Era a tecnologia que avançava, a passos de gigante, e se apossava de grandes e climatizados espaços, que começamos a chamar, mantendo respeitosa distância, de centros de computação.

Entre as palavras que ouvíamos, zunindo ao redor de nossa discreta atenção, estavam supercomputadores, arquitetura mainframe, informática, linguagem codificada e dados, muitos dados, que eram processados silenciosa e regularmente mesmo quando tudo mais repousava, indiferente. 

Anos 80. Já nos acostumáramos à ideia dos enormes processadores de informação, que nos livravam de tarefas burocráticas, detalhadas, até então contabilizadas, registradas manualmente. Continuávamos, no entanto, a batucar em nossas máquinas de escrever, agora também em versão eletrônica, suave ao toque, com alguns recursos a mais, mas ainda assim de possibilidades, rítmicas e outras, limitadas.

O zunzum informático era agora sobre a possibilidade de aqueles gigantes mastigadores de dados não mais se contentarem em se manter dentro de suas fronteiras. Com certo receio, mesclado de excitação, aguárdavamos o momento em que, de alguma forma, se introduziriam em nossas vidas.

Anos 90. Continuávamos a batucar em nossas máquinas de escrever, mas já sem muito entusiasmo, pois havia um novo apelo no ar, denominado incialmente de computador doméstico e, depois, de computador pessoal.A adequação do conceito de informatização para todos fora concluída. O grande processador de dados virara, em sua versão micro, uma ferramenta, um utilitário, que se poderia ter em casa.

Para quem trabalhava com texto, aquela ferramenta representava uma prévia do paraíso.  Era possível digitar as ideias e apagar o que não ficasse bom; movimentar uma frase, uma palavra, um parágrafo, do começo para o meio, do fim para o início; corrigir uma palavra, pontuar melhor, sem necessidade de ter de fazer tudo de novo, como antigamente, e ir amontoando, ao lado, folhas e folhas de papel amassado. 

Tudo bem que o monitor era de fósforo verde e que havia muitos fios e conexões e que era preciso uma impressora, fitas para impressão e papel de formulário contínuo… Não mais o batuque ritmado, mas o tec tec do teclado e o barulho em baixo profundo da lenta impressora. O cara a cara com a tecnologia era até mesmo um pouco assustador. “Se eu teclar aqui, apertar ali ou olhar torto, a máquina explode?”, perguntávamos.

Anos 90 (ainda), mas com jeito de século XXI. Enquanto teclávamos, confortavelmente instalados em nossos escritórios, e mirávamos embevecidos aquela maravilha tecnológica à nossa frente, outra onda de novidades começava a crescer, rapidamente se tornando enorme, quase a ponto de nos engolfar.

O como parecia muito confuso, mas, de fato, não havia necessidade de muitas explicações, porque por intermédio do computador podíamos, agora, “acessar” – um novo termo que impregnou nossas vidas a partir dali – informações, jogos, programas… Podíamos bater papo “on-line” – outra expressão que passou a fazer parte de nosso dia a dia (quantos namoros nos “chats”, hein?); mandar e receber “e-mails”… E sequer imaginávamos que isso seria só o começo.

A internet –  que havia começado, como conceito de rede de computadores, nos EUA, com os militares defendendo suas informações de possíveis ataques na época da Guerra Fria – ganhara corpo, teórico e prático, no meio acadêmico e extravasara pelo mundo, em especial pelas mãos e mentes, afinadas com o futuro, de uma geração de jovens e ambiciosos empreendedores.

Abrira espaço com a ideia, desenvolvida por Tim-Berners Lee, inventor do conceito de hiperligação, e sua equipe no CERN – Centro Europeu de Investigação Nuclear, da World Wide Web, rede de alcance mundial, o nosso hoje muito familiar WWW.

De repente, porque foi tudo mesmo muito rápido, não estávamos apenas digitando, mas “navegando” por um mundo novo, denominado virtual. Não por isso – por ser virtual – menos interessante ou consistente. Ao contrário.

Para o homem do século XXI, a internet possibilitou um avanço pela informação até então jamais imaginado. Aproximou pessoas, facilitou a troca de ideias, o trabalho à distância… E está mudando nossa visão de mundo, a maneira como cada um de nós vê e entende a vida.

O processo fora concluído. Aquela maravilhosa ferramenta transformara-se em meio de locomoção. Algo assim como estarmos em animada conversa pelo computador, utilizando um software de comunicação, e ao surgir uma dúvida sobre um assunto ligado à arte, por exemplo, dizermos com absoluta naturalidade: “Vou dar uma passadinha no Museu do Louvre, para esclarecer o assunto, e volto já!”.

 

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Gerações em conflito: o X (ou o Y) da questão

A correria da vida moderna, o avanço tecnológico que vivenciamos atualmente, a luta cada vez mais acirrada pela sobrevivência e a manutenção, a qualquer preço, de um status quo de nível elevado são alguns dos fatores a provocar um choque entre as gerações, talvez mais perceptível no âmbito do trabalho.

De acordo com um estudo realizado por pesquisadores do IESE – Escola de Administração de Empresas da Universidade de Navarra, na Espanha, e publicado na edição de setembro/outubro de 2008 da HSM Management, quatro gerações convivem no mercado de trabalho atual: “Tradicionais” (os nascidos até 1950); “Baby-boomers” (os nascidos entre 1951 e 1964); “Geração X” (os nascidos entre 1965 e 1983) e “Geração Y” (os nascidos a partir de 1984).

Os representantes de cada geração compartilham um conjunto de vivências históricas, que determina os valores comuns e sua visão de mundo, revelada por aspirações e comprometimentos diferentes em relação ao que esperar da vida, hoje e no futuro. O ponto comum é que todas se ressentem do “choque cibernético”. Contudo, são as gerações X e Y as mais afetadas diretamente.

O passado não existe

Enquanto a geração X acompanhou, de forma gradual, e mesmo influenciou ou foi responsável pelo avanço tecnológico que conhecemos hoje, os integrantes da geração Y nasceram em um mundo no qual toda essa tecnologia parece ter sempre existido e, em função disso, o passado, onde tudo precisou ser conquistado passo a passo, não faz muito sentido, de acordo com sua perspectiva.

Para surpresa dos integrantes da geração X, as mudanças e os avanços que vivenciaram, acrescidos de um histórico de rupturas e conflitos sociais, como a queda do Muro de Berlim, o movimento hippie, o aparecimento da AIDS, entre muitos outros, ficaram ultrapassados em menos de 10 anos e não são reconhecidos pela geração Y, que os considera apenas, de forma abrangente, uma “antiguidade” a mais.

A geração Y caracteriza-se, assim, como uma geração do curto prazo, do imediatismo, e também “da internet”, acostumada à diversidade, à variedade e às tecnologias que mudam de forma contínua e vertiginosa. São jovens com acesso à informação como nunca se viu e que tiveram, por conta da visão de mundo e, muitas vezes, do sacrifício pessoal dos pais, uma educação esmerada, que lhes possibilitou ampla gama de opções profissionais.

Proteção e conforto

Trata-se, igualmente, de uma geração “protegida”, uma vez que a questão da segurança, em todos os níveis, tem sido uma das grandes preocupações da geração X. Tendem, por isso, como explicita o estudo, a ser alegres, seguros de si e cheios de energia, e a ficar, por muito mais tempo, em função do bem-estar social e econômico a que foram acostumados, dependentes da família. É uma geração que esbanja certezas. Não reivindica, mas executa a partir de suas decisões, blogs e twitters. Não polemiza ou pede autorização, apenas age.

No mercado de trabalho, como demonstram os pesquisadores do IESE, os interesses de ambas as gerações são muito diferentes. Enquanto para a geração X, além de uma forma de sobreviver economicamente, o trabalho deve ser fonte de satisfação e de desenvolvimento pessoal, para o jovem universitário da geração Y o importante é vincular seu salário à conquista dos objetivos que traçou para si mesmo e que podem não estar circunscritos a um emprego. Seguros de sua capacidade de realização, procuram conciliar, sem perder qualidade de vida, os interesses pessoais com os profissionais.

Os representantes da geração Y revelam iniciativa e capacidade de resolver problemas. Sua pergunta natural diante de um desafio costuma ser: “Por que não?”. Vão bem em ambientes criativos e reivindicam, por serem mais individualistas que os das gerações anteriores, autonomia em suas opiniões e atuações. Preocupam-se, igualmente, com o social, verificando o que aquele trabalho ou aquela empresa oferece de benefício efetivo para a sociedade. É uma geração de resultados, não de processos, como a anterior.

Pontos de interrogação

O estudo do IESE focaliza a preocupação dos empregadores em atrair e manter esses jovens Y, realçando que “não é fácil despertar neles um sentido de fidelidade à empresa ‘para a vida toda’ ”, mas que, em contrapartida, podem oferecer às empresas “alto nível de formação; iniciativa e criatividade, além de resultados”.

Em certa medida, como finaliza o estudo, a geração Y roubou os sonhos da geração X e a destronou antes que houvesse tempo para uma reação, deixando algumas perguntas no rastro do conflito. Que traços marcarão os integrantes da geração seguinte? Como a geração Yvai reagir se a próxima geração, que poderia ser chamada de Z, desbancá-la antes do tempo, como ela fez com a geração X?

Prefiro concluir com uma reflexão mais filosófica, acreditando que, seja no âmbito familiar ou do trabalho, as gerações X e Y vão encontrar um modo de conviver pacificamente. Para isso, é preciso aceitar as diferenças e, talvez, até mesmo, no caso da geração X, repensar seus valores, uma vez que as concepções de vida da geração Y são fruto direto da educação recebida de seus pais. A orientação da geração X, nesse sentido, foi a de oferecer aos filhos um mundo melhor, em que a preocupação social e a realização pessoal, independentemente de um vínculo de emprego, fossem suas principais características. Ao que tudo indica, alcançaram seus objetivos.

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