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Depoimentos de clientes

Alto grau de excelência

“Conheço Ana Setti Rosa há mais de 20 anos. Tive o prazer e a satisfação de trabalhar com ela na Folha de Londrina por aproximadamente 10 anos. Posteriormente, fui sua aluna em um Curso de Redação que muito contribuiu e agregou para a elaboração da minha dissertação de Mestrado no ano de 2019, e hoje tenho orgulho e tranquilidade em dizer que ela é a minha Mentora de Redação. Agradeço sua parceria no apoio e na elaboração dos meus posts nas redes sociais. Além de enorme carinho, tenho muita admiração, respeito e reconhecimento pelo trabalho sério, ético e competente que realiza. Ana é uma pessoa de luz, possui alto grau de excelência no que faz, sensibilidade e alma de artista. E, por essa razão, a recomendo para o mercado de trabalho. Sentimento de gratidão por ela!”

Filomena Regina Storti Mineto (Filó), Psicóloga Organizacional, Consultora de Políticas de R. H., Facilitadora de cursos, Mentora de Carreiras e Desenvolvimento de Líderes, e Docente cursos de Pós-Graduação, em 2021.

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Muito além do propósito inicial

“Anos atrás, fiz aulas de produção de texto com a Jornalista Ana Setti Rosa. Naquele momento, me surpreendi com seu método lúdico e simples e seu estilo tão acolhedor. Nossos encontros se estenderam por um período maior porque descobri a paixão pela escrita. A forma como minha mentora conduziu as aulas, levou-me para algo muito além do meu propósito inicial. Acredito que a escrita seja um talento a ser desenvolvido. Por essa razão, super indico essa profissional de primeira grandeza!”

Cristina Consalter, Psicóloga organizacional, Mentora de carreira e de liderança, em 2020.

Dados pessoais 3

Não bastassem os flagelos do coronavírus, das ações e omissões do governo Bolsonaro e das “carteiradas” até em fila de vacina,  outra calamidade, de proporções ainda não dimensionadas, ameaça os brasileiros. Trata-se do maior vazamento de dados pessoais da história do país e que já se inclui entre os maiores registrados no mundo até agora.  A abrangência foi de 100% da população brasileira e os dados obtidos por aproveitadores, a partir desse megavazamento, já se encontram à venda na deep web,  a parte “profunda” da internet, aquela que não é registrada por indexadores como Google ou Bing. Parece fake news, mas, infelizmente, não é.

Descoberto pelo sistema de segurança da startup brasileira PSafe, em 19 de janeiro deste ano, o vazamento tornou públicos 223 milhões de CPFs, inclusive de pessoas já falecidas, 40 milhões de CNPJs e 104 milhões de registros de veículos entre 2008 e 2020,  associados a outras informações como conta bancária, escolaridade, título de eleitor, Imposto de Renda e até biometria facial. Especialistas alertam para o alto risco de utilização indevida desses dados.

A iniciativa de exigir um posicionamento oficial sobre o ocorrido coube à Ordem dos Advogados do Brasil. No dia 28 de janeiro, a entidade enviou ofício à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) – órgão encarregado de administrar e fiscalizar o cumprimento da  Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais no país -, pedindo medidas imediatas para apuração do ocorrido. Para a Ordem, o vazamento “submete praticamente toda a população brasileira a um cenário de grave risco pessoal e irreparável violação à privacidade e precisa ser investigado a fundo pelas autoridades competentes”, em particular a ANPD.

Assim, mais uma vez, sobra para o cidadão. Diante da falta de opções de proteção e defesa, devemos ser bem atentos e críticos em relação à nossa comunicação virtual. Quando se trata de ataques cibernéticos, dizem os especialistas, a principal medida é, em termos gerais, fortalecer os sistemas de segurança das organizações, empresas e instituições, e, no particular, estimular o indivíduo a ter discernimento para diferenciar o que é fraude do que é verdadeiro.

É preciso que as pessoas participem dos processos de proteção, ficando atentas a todo tipo de mensagem de terceiros, seja por e-mail, celular (sms) ou redes sociais. O golpe geralmente chega para o usuário em forma de um link malicioso, enviado por meio de um desses canais, trazendo mensagens que assustam, que pedem urgência em alguma tratativa, geralmente comercial ou bancária (atualização ou confirmação de dados, por exemplo); promessas de prêmios; ameaças de divulgação de vídeos ou segredos comprometedores etc.

Já recebi várias dessas mensagens assustadoras, mais frequentemente por e-mail. A última aparentava ser de um banco onde tenho conta, pedindo urgência na atualização de minha assinatura eletrônica, que iria expirar em breve. Dizia que tal procedimento era obrigatório e se não o fizesse em 24 horas não conseguiria mais movimentar minha conta e teria de ir à agência para regularizar a situação.

Ao ler isso e imaginar as dificuldades decorrentes, o primeiro impulso é clicar no retângulo laranja, logo abaixo da mensagem, em que está escrito “atualizar assinatura”. Mas muito melhor, sem dúvida, é controlar esse impulso e dar uma olhada cuidadosa na mensagem, em especial no e-mail do remetente. Para isso, basta clicar em “Ver mais detalhes”, no cabeçalho do e-mail, para aparecer o “De” e o “Para” de encaminhamento da mensagem. Descobre-se, então, que o endereço de e-mail do remetente é totalmente falso, não tem nada a ver com o banco em questão. Assim, lixeira nele!

No meio digital, todo cuidado é pouco. E agora, com o megavazamento, devemos ficar em alerta máximo. A melhor dica é: não ceda ao impulso do pânico e da urgência para dar uma resposta de imediato. Pesquise, investigue, procure confirmar a veracidade da mensagem, da informação recebida. Desconfie sempre. Desconfie por princípio.

Outra dica é ficar atento às transações financeiras e fazer um boletim de ocorrência, caso observe uma movimentação suspeita, citando – e isso é fundamental – o megavazamento ocorrido no dia 19 de janeiro de 2021. 

Atualizações

3.2.2021 – Cuidado com as checagens da internet

Já há na internet alguns sites se oferecendo para checar se os dados do usuário vazaram. Primeiro, não é “se” vazaram; é vazaram, com certeza. É só conferir os números do desastre no post acima. Segundo, esses sites, segundo especialistas, apresentam extrema “vulnerabilidade” e, por isso, podem ser mais facilmente invadidos, deixando seus dados expostos de novo, só que, desta vez, com maior chance de serem usados de forma criminosa, uma vez que ficariam disponíveis gratuitamente. No caso do megavazamento, os dados estão sendo vendidos na internet.

Fontes: O Estado de São Paulo / Folha de São Paulo / OAB / PSafe

Para quem quer se entreter com uma leitura envolvente e agradável.

O livro está à venda na Amazon: http://bit.ly/assassinatoconsentido-ebook

Cada um em seu casulo

Pandemia - Casulo 5

Quantos virarão borboleta?

PREOCUPAÇÕES DO HOJE

ESPERANÇAS DO AMANHÃ

Paradoxos são aquelas afirmações que trazem uma contradição em si. Podem ser muito instigantes ou apenas divertidos. Confira a seguir.

Filosofando sobre o vir a ser:

O futuro nos pega de surpresa!

Paradoxo Futuro

“Tirando o time” com certa elegância:

Me inclua fora disso.

Paradoxo Incluir

Desconversando na conversa:

Nem sim, nem não,

muito pelo contrário!

Paradoxo Contrário Horas

Avisando os seguidores, antes da selfie:

Meu melhor perfil é o de frente.

Paradoxo Perfil

 

 
 

 

Paradoxo = aparente falta de nexo ou de lógica; contradição ter um romance platônico numa época de amor livre é um tremendo paradoxo›. (Houaiss)

Paradoxo = Opinião ou proposição contrária ao senso comum; contrassenso, disparate. (Michaelis)

Firmeza

Não é que tenha sido corajosa

frente às dificuldades,

apenas não desisti.

Construção 4

 

Poder

Para se contrapor às “carteiradas”, discriminações e outras formas de intimidação tão em moda no momento, e desde sempre, o importante é cultivar, preservar, manter, usar a:

DIGNIDADE

que significa, em linhas gerais:

Consciência do seu próprio valor e do valor de suas ações;

Respeito aos próprios sentimentos;

Amor-próprio.

Flor na calçada 2

Haicai 22

Pandemia – sentir no ar,

em todo lugar, o aroma

pungente do álcool em gel.

Vento e tempestade 2

Retrospectiva

Apesar dos muitos erros,

os acertos prevaleceram.

Flores ao vento 15 - Cópia

Como se viu na cerimônia de posse do novo ministro da saúde, em Brasília, quem está no poder muitas vezes não tem noção de ridículo

Estamos em meio a uma assustadora e brutal pandemia, que tem deixado um rastro de morte no ar e levado muitos sistemas de saúde em todo o mundo ao colapso. O pior é que ainda sabemos pouco sobre este cataclismo que se abateu sobre nós; por isso, enquanto em todos os cantos do planeta desenvolve-se uma busca frenética por mais conhecimento e soluções, a orientação que prevalece no momento é prevenir a escalada da doença com medidas de distanciamento social.

No entanto, em Brasília – nunca é demais repetir: em meio a uma assustadora e brutal pandemia, contra a qual a única contenção conhecida até o momento é o distanciamento social –, demite-se o ministro da saúde por razões que desafiam a própria razão, como, por exemplo, cumprir muito bem seu papel de coordenar o planejamento e a execução das defesas possíveis no combate ao inimigo invisível.

Como se não fosse suficiente, faz-se um cerimônia de posse – em meio a uma pandemia, não esqueçamos – para o novo ministro, com direito a não utilização de máscara, aglomerações, conversas “ao pé do ouvido”, cumprimentos efusivos e reiterados, discursos vazios, mas cheios de perdigotos lançados sobre a plateia. Estamos em meio a uma pandemia, esqueceram?

Eu, que saí (a única saída desta semana) ainda agora para as compras no supermercado toda paramentada, de máscara e luvas, mantendo distâncias adequadas no trajeto e no local; usando álcool em gel tanto na ida, para pegar o carrinho e fazer o pagamento (antes e depois), quanto na volta, para limpar mantimentos, maçanetas e chave da porta; deixando os sapatos do lado de fora; ficando nua (ou quase) na lavanderia, para deixar a roupa usada tomando um ar, e lavando as mãos com água e sabão entre uma tarefa e outra, fiquei perplexa.

Lembrei daquele episódio de nossa história, em 9 de novembro de 1889, quando o imperador dom Pedro II promoveu um suntuoso baile na Ilha Fiscal, Rio de Janeiro, a então capital imperial, por variadas razões oficiais, mas com o intuito de provar, de acordo com historiadores, que a monarquia estava mais forte do que nunca. Seis dias depois, no entanto, com a proclamação da República, o Império do Brasil chegava ao fim.

O ponto comum entre os dois fatos reside na ilusão, no que se quer acreditar, apesar de a realidade mostrar o contrário. No século XIX, o imperador e seu entorno não perceberam que a monarquia não mais se sustentava e deram uma festa para mostrar que tudo estava bem. No século XXI, o presidente e seu entorno não percebem que o mundo, conforme o conhecemos, está soçobrando e continuam pensando em manter tudo como estava, como se isso fosse possível. Seria ridículo, não fosse tão trágico!

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